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HAULY APOIA PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

O deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) se solidarizou com os profissionais de Educação Física, durante encontro realizado na sede do Conselho Regional, em Brasília. A categoria reivindica a opção pelo sistema de tributação SIMPLES e incentivos para melhoria do setor. Mais tarde, esses profissionais entregaram uma carta aberta aos legisladores no Salão Verde da Câmara de Deputados.Em manifestação no Plenário da Câmara, o deputado Hauly destacou a importância econômica nessa área de atuação e da ameaça de desemprego de profissionais provocada pela mudança de enquadramento no sistema de cobrança de imposto. O discurso sensibilizou os parlamentares, entre eles, o deputado Beto Albuquerque (PSB), vice líder do governo na Câmara que comprometeu-se a defender o pedido de reintegração dos profissionais do setor na categoria SIMPLES, regra que atende micro e empresas de pequeno porte.Das 20 mil academias existentes no País, 17 mil foram notificadas a pagar imposto regular, ou seja, 84% já foram notificadas. Dados do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Educação Física indicam que elas geram 300 mil empregos diretos e 600 mil indiretos."Já abracei esta causa", disse o deputado, referindo-se à sua proposta de emenda à Medida Provisória 135, de 30/10/2003, que permite às pessoas jurídicas de algumas categorias, entre elas os profissionais de educação física, academias de ginástica, musculação e/ou artes marciais e clubes esportivos optarem pela contribuição de imposto na categoria SIMPLES (Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte)."É uma questão de isonomia e justiça" alegou Hauly. Na emenda ele inclui as atividades de empresas de publicidade e propaganda, de corretagem de seguros, de imóveis, escritório de serviços contábeis; cursos de idioma, profissionalizantes e de informática, escolas de ensino médio, empresas de software, estabelecimentos prestadores de serviços de saúde e empresas montadoras de estandes para feiras.A carta do setor de atividades físicas é assinada pelos Sistema Conselho Federal de Educação Física e Conselhos Regionais; Conselho Regional área 7 (DF-GO-TO), Federação Brasileira das Academias, União Nacional das Escolas de Natação, Associação Brasileira de Academias, Academias do Distrito Federal representando as academias do Brasil e empresários do setor de Fitness.


Diário Tucano - 10 de dezembro de 2003

PROPOSTA DE HAULY INCLUI NOVAS CATEGORIAS NO SIMPLES

O deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) participou de audiência na Secretaria da Receita Federal, onde defendeu a reinclusão dos profissionais de Educação Física no sistema de tributação Simples. O tucano destacou a relevância desse segmento na economia nacional e os prejuízos causados com a exclusão do Simples das academias de ginástica – um setor responsável por 300 mil empregos diretos e outros 600 mil indiretos.
DISTORÇÃO - “Das 20 mil academias existentes no país, cerca de 17 mil já foram notificadas a pagar imposto regular, com data retroativa a 2002”, alertou Hauly, que apresentou emenda à Medida Provisória 135 a fim de corrigir essa distorção. A proposta do tucano permite que algumas categorias - entre elas os profissionais de Educação Física, as academias de ginástica, de musculação, de artes marciais e clubes esportivos - optem pela recolhimento de imposto de acordo com os critérios do Simples.

O deputado já havia apresentado emenda à MP 135 sugerindo a inclusão no Simples de pessoas jurídicas ainda não beneficiadas com o programa - empresas de publicidade e propaganda, de corretagem de seguros, de imóveis, escritórios de serviços contábeis, cursos de idioma, profissionalizantes e de informática, escolas de ensino médio, empresas de software e estabelecimentos prestadores de serviços de saúde. “A ampliação do sistema de tributação simplificado para o segmento é uma questão de isonomia e justiça “, afirmou o parlamentar.

A posposta de Hauly foi elogiada pelo Movimento Nacional das Micro e Pequenas Empresas durante reunião com a Frente Parlamentar que debate o tema. “Essa seria a melhor solução para as pequenas e micro empresas, um setor essencial na geração de empregos no Brasil”, ressaltou Hauly.


Marcha Nacional em Defesa da Atividade Física

Será lançada nesta terça-feira, dia 25/11, a partir das 14 horas, a 1ª Marcha Nacional em Defesa da Atividade Física no Brasil. A mobilização começa no auditório do Conselho Regional de Educação Física do Distrito Federal (CREF7/DF) em reunião que contará com a presença de empresários de academias e similares de todo o País. Uma palestra conduzida pelo deputado Federal e tributarista Luis Carlos Hauly (PSDB/PR), abordará as possibilidades de redução dos impostos do setor de atividade física e também sobre a qualificação das academias e similares no "SIMPLES".Logo em seguida, os participantes - todos de terno e tênis - seguirão para o Congresso Nacional, onde serão recebidos pelo deputado Cláudio Cajado (PFL/BA), também presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Atividade Física. No Salão Verde do Congresso, será feita oficialmente a entrega da Carta em defesa do setor e posteriormente sua leitura em plenário, seguindo para o Senado e Câmara Distrital do Distrito Federal, para fazer a entrega simbólica do documento a todas as câmaras estaduais e municipais do Brasil, que será encaminhada através dos Correios. Os participantes lutam pela redução dos valores dos impostos comprometidos a ampliar o acesso e a informação da população sobre a atividade física e seus benefícios. A bandeira desta iniciativa junto aos parlamentares está fundamentada no conceito de que quanto mais a população praticar atividades físicas, menos verba pública será aplicada para a solução dos problemas de saúde no Brasil.



Agência Brasil -

PESQUISADORES LANÇAM ATLAS QUE MOSTRA A REALIDADE DO ESPORTE NO BRASIL

Entidades esportivas participaram nesta terça-feira (9) do pré-lançamento do Atlas Brasileiro do Esporte, da Educação e das Atividades Físicas. O livro “Esporte no Brasil no século 20” reúne dados estatísticos atualizados, separados por modalidades esportivas, que revelam a realidade do esporte brasileiro.

O estudo foi desenvolvido por um consórcio de entidades, em que participaram 356 pesquisadores voluntários vinculados à área esportiva. Para um dos organizadores do livro, Lamartine da Costa, o Atlas é um quebra-cabeça da realidade do esporte que está começando a ser montado. ”Precisamos modificar a percepção do país com relação às atividades físicas. Para isso, resolvemos vestir a camisa e mostrar à sociedade brasileira que os números do país são bons e que são compatíveis com os dos países desenvolvidos”.

Lamartine ressaltou que o esporte e as atividades físicas têm significado econômico e sócio- cultural para o país. De acordo com dados do Atlas, nos últimos cem anos, o esporte cresceu com a economia em expansão e também com a economia estagnada ou em crise.

Os números revelam que mesmo em tempo de crise houve expansão de clubes, academias e faculdades de Educação Física. No período 1960-1980, que registrou crescimento econômico, o número de clubes era de 8,3 mil e surgiram 56 faculdades. No período 2000-2003, de estagnação econômica, o número de clubes subiu para 10 mil e surgiram 406 faculdades.

Estes números mostram que a profissão está em alta e pode ser a atividade do futuro. Para Lamartine, o número crescente de profissionais fará com que, nos próximos anos, o esporte domine o mercado, já que a atividade esportiva está entre os 12 maiores empregadores, gerando cerca de mais de um milhão de empregos diretos.

Participação feminina

Outro dado relevante e animador para o esporte brasileiro é a participação da mulher. De acordo com a pesquisa do Atlas, a participação das mulheres vem crescendo bastante desde a década de 1980. Nos Jogos Olímpicos, a participação da delegação brasileira feminina era de 5% em 1980. Já em 2000, esse número foi para 35,71%. Em 2000, as mulheres representavam quase a metade da delegação brasileira - 43,36%.

Os números revelam ainda que as mulheres estão incluídas no processo de expansão das atividades físicas e do esporte em geral, que já envolve cerca de um terço da população do país e tende a se tornar meio de inclusão social. Por isso, o futebol deixou de ser a prática dominante e deu lugar a uma policultura esportiva que está gerando mais impacto econômico.

O lançamento definitivo do Atlas está previsto para o final de fevereiro.


Deputado Deley

ATLAS DO ESPORTE NO BRASIL

O deputado federal Deley(PV-RJ) participou dia 10/12, do pré-lançamento do "Atlas do esporte" no Brasil, no auditório do Anexo IV da Câmara dos Deputados. O encontro, promovido pelo Consórcio de Estatística Esportiva, teve como objetivo dar uma panorâmica do esporte no Brasil no século XX. A publicação, que provavelmente será lançada em fevereiro de 2004, tem 253 capítulos e está com 90% de seu conteúdo concluído. Trata-se de um trabalho minucioso, coordenado pelo professor Lamartine Pereira DaCosta, que mostra como os números no mundo esportivo são gigantescos e como o esporte cresceu nos últimos cem anos. Fazem parte do Consórcio de Estatística Esportiva: o Conselho Federal de Educação Física (Confef), o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Social do Comércio (Sesc), a Federação das ABB (Fenabb), Confederação Brasileira de Clubes (CBC) e o Comitê Olímpico Brasileiro (COB).



IACOM - 29 de janeiro de 2004

CHORO TRIBUTÁRIO

As academias de ginástica resolveram se unir para pedir redução da carga tributária.Alguns dirigentes foram ao Ministério da Fazenda pedir que as academias sejam enquadradas no imposto simples. Alegam que empregam mais de 140 mil pessoas e cuidam da saúde de mais de cinco milhões de brasileiros.